A admissão de pacientes na UTI deve ser realizada com base em critérios específicos, considerando as prioridades de atenção e os benefícios que o paciente pode obter com o tratamento intensivo. De acordo com os critérios de admissão. Os critérios de admissão apoiam-se basicamente em dois modelos: um baseado nas funções orgânicas e outro nas prioridades de atendimento. No modelo de prioridades de atenção, distinguem-se aqueles pacientes que se beneficiarão do atendimento na UTI daqueles que não se beneficiarão. Ao ingressar, os critérios são:
I - Prioridade I - paciente em estado agudo crítico, instável, com necessidade de tratamento intensivo e monitoração. II - Prioridade II - pacientes que precisem de monitoração intensiva e que possam necessitar de intervenções imediatas, como consequência de eventos graves agudos ou complicação de procedimentos médicos ou cirúrgicos. III - Prioridade III - paciente em estado agudo crítico, instável, com poucas possibilidades de recuperar-se das condições subjacentes ou pela própria natureza da doença aguda. IV - Prioridade IV - pacientes para os quais a internação na UTI é considerada inapropriada. A admissão desses pacientes deve ser decidida de maneira individualizada, sob circunstâncias não comuns e ajuizadas pelo médico responsável da UTI.
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