No fim de sua vida, já com dois filhos formados e netos, Ludmilla
conheceu Antônio, por quem se apaixonou. Logo se casaram e
passaram a viver no casarão da família em Dourados/MS, único
patrimônio de Ludmilla. Dois anos depois, Ludmilla falece e se
reconhece a Antônio direito de habitação sobre o imóvel.
Em 2019, Antônio se casa com Júlia, que se muda para o imóvel.
Mas, em 2022, ele sofre um acidente de carro e também falece.
Aí então, lavrada escritura de partilha desse único bem deixado
por Antônio, seu pai e herdeiro ingressa com extinção de
condomínio e arbitramento de aluguéis em face de Júlia, que
passara a habitar o casarão exclusivamente.
Nesse caso, o juiz deve:
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