Daniela e Gustavo mantiveram união estável por mais de
10 anos, sem qualquer pacto formal sobre o regime de
bens. Durante esse período, adquiriram diversos imóveis
e mantiveram contas bancárias separadas. Após uma
crise no relacionamento, firmaram instrumento particular
reconhecendo a existência da união estável desde 2012,
com cláusula específica elegendo o regime da separação convencional de bens, incluindo expressamente que
os efeitos patrimoniais retroagiriam à data de início da
convivência. Meses depois, motivados por uma crise
no relacionamento, decidiram pela dissolução da união.
Gustavo requereu judicialmente a partilha igualitária dos
bens adquiridos desde 2012, e Daniela alegou que, diante do pacto firmado, os bens deveriam ser excluídos da
comunhão, com base na retroatividade do regime da separação.
Diante da situação hipotética e considerando o atual entendimento do Superior Tribunal de Justiça, assinale a
alternativa correta.
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