“Eu gosto da minha voz rouca... Os outros também gostam. Eu vim aqui por causa da dificuldade de respirar, essa chiadeira..., mas não quero operar. Só opero se for grave. Imagina se a minha voz muda!” O relato acima foi feito por uma paciente do sexo feminino, 45 anos, tabagista, com uso intenso da voz e abusos vocais variados, resultando em uma voz disfônica, predominantemente rouca e qualidade vocal de frequência grave. Levando-se em consideração os dados acima, podemos afirmar que a paciente apresenta uma lesão caracterizada como:
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