"A esfera pública seria, segundo Aristóteles, o espaço da visibilidade
de si e do outro. Ou seja, do domínio da alteridade como campo da
política. Todavia, só possível da existência tangível com a
corporificação da palavra e da ação no exercício de direitos à
liberdade. Nesta senda, a concepção cidadania ganha elementos
emancipatórios fundamentais como prática de direitos, dentre eles, o
retorno ao território como esfera pública da política. O
retorno ao território é o fundamento da prática política, uma vez que
o cotidiano de todos os sujeitos, de todas as ações e todas as
intenções humanas possui a sua integralidade em espaço/tempos demarcados. No território é possível reconhecer o sentido dos
interesses coletivos, promover pertencimentos e de mobilizar forças
plurais de mudança. É no território que nos fazemos sujeitos da
política e portadores de projetos de sociedade. O território significa,
portanto, uma marca e uma matriz daquilo que verdadeiramente
somos e do queremos para as novas gerações de cidadãos. Sendo
assim, há uma dimensão fundamental entre a prática cidadã e o uso
do território como condição da democracia, pois estamos diante da
exterioridade/proximidade dos nossos atos societários." (Jorge Luiz
Barbosa).
No fragmento"( .. . ) território significa, portanto, uma marca e uma
matriz ( ... )", entende-se que a conjunção em destaque tem a
mesma função e classificação morfológica do contido na alternativa:
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