Um homem de 56 anos de idade foi internado, há dois dias, em uma unidade de tratamento intensivo (UTI), após apresentar quadro de angina e hipertensão. Ele tem história de doença coronariana e diabetes. Ao exame de angiografia coronariana, não foi constatada estenose significativa, no entanto, observou-se que tem havido evolução com retinopatia e nefropatia diabética concomitante. Decorridos esses dois primeiros dias de internação na UTI, ele se encontra, no momento, consciente; com diminuição do débito urinário (200 mL em 24 horas); temperatura corporal axilar de 36 ºC; 58 bpm; pressão arterial de 110 mmHg × 65 mmHg; 16 irpm; sem queixas álgicas (chegou a 8 na escala visual de dor durante a admissão). À ausculta pulmonar, apresentou murmúrio vesicular fisiológico, ausência de sopros ou atrito na ausculta cardíaca. Tem abdome flácido com ruídos hidroaéreos normais. Nos exames laboratoriais, as enzimas cardíacas apresentaram-se normais e as concentrações séricas de ureia e creatinina elevadas (na admissão, a creatinina já se apresentava elevada — de 1,7 mg/dL passou para 2,9 mg/dL, com ureia de 148 mg/dL). Está em uso de inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), betabloqueadores e ácido acetilsalicílico, além de infusão venosa de nitroglicerina.
Com referência ao caso clínico apresentado, julgue o próximo item.
No caso em apreço, choque cardiogênico, que está
relacionado à redução do fluxo sanguíneo coronariano, é um
diagnóstico de enfermagem da NANDA-I.
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