A produção de Aline Motta mobiliza linguagens híbridas — como cinema, fotografia, performance e escrita — para investigar
memórias apagadas pelo colonialismo. Em A água é uma máquina do tempo, a artista reorganiza arquivos pessoais e históricos
em instalações e vídeos. Sua prática se dá como uma escavação sensível, ativando camadas de pertencimento e identidade por
meio de uma narrativa poética e crítica.
Com base na ideia da artista, de que a “água é uma máquina do tempo”, uma professora incentivou os estudantes, em sala de
aula de adultos, a
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