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#3703387
Texto da Questão:

Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Médio elaborou um plano de aula cujo fragmento pode ser lido a seguir.



 Plano de Aula



Tema: Explorando a ordem das palavras no português


Série: 2ª série do Ensino Médio


Componente Curricular: Língua Portuguesa


Conteúdo: Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Objetivo: Reconhecer a ordem preferencial dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Metodologia:


  • Exploração dos conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto.


  • Leitura de exemplos: “carta eu uma escrevi.”; “comprou minha pão mãe o.”; “bola chutou a Pedro.”; e “aposta ela uma fez.”


  • Debate sobre a posição dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro com base nos exemplos citados.


  • Reflexão sobre a ordem das palavras a partir dos exemplos apresentados pelo professor.


 Reconhecimento da ordem preferencial da estrutura oracional do português brasileiro, reorganizando os exemplos no quadro.



Durante a execução do plano, o professor explicou: “No português brasileiro, a ordem mais comum dos constituintes é Sujeito – Verbo – Objeto (SVO). Vocês se lembram desses termos estudados nas aulas anteriores? Geralmente, colocamos o sujeito primeiro, depois o verbo e, por fim, o objeto. Essa organização é tão comum que remete a estruturas linguísticas fundamentais internalizadas na cognição do falante do português brasileiro. Quando alteramos essa ordem, a frase pode parecer confusa ou estranha. Isso mostra que o conhecimento da estrutura SVO faz parte do modo como usamos o português brasileiro, sem precisar pensar nela conscientemente”.


Com base nesse fragmento do plano de aula, qual alternativa caracteriza a relação entre a concepção de linguagem implícita no plano e os pressupostos da abordagem behaviorista de aquisição da linguagem?

  • Há uma divergência: o plano parte do pressuposto de que os falantes organizam orações a partir da internalização inconsciente de regras gramaticais, enquanto o behaviorismo atribui a aquisição da linguagem à formação de hábitos moldados por condicionamento.
  • Há uma divergência: o plano assume que a organização sintática decorre de processos conscientes de raciocínio metalinguístico, ao passo que o behaviorismo entende a linguagem como uma manifestação espontânea de instintos sociais.
  • Há uma convergência: o plano e o behaviorismo compartilham o princípio de que o desenvolvimento linguístico está vinculado ao comportamento observável, sendo o ensino eficaz pautado em práticas sistemáticas e mensuráveis.
  • Há uma convergência: tanto a perspectiva implícita no plano quanto o behaviorismo consideram que a linguagem é adquirida, gradualmente, por meio da exposição repetida a estímulos verbais e reforços sociais.
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