Paciente de 22 anos, G1P0A1, comparece ao seu plantão em emergência obstétrica referindo sangramento
transvaginal persistente desde curetagem uterina realizada há 45 dias por abortamento espontâneo. Ao exame,
você percebe colo amolecido com orifício interno entreaberto. Ela traz exames realizados hoje: beta-hCG
quantitativo de 12.000 mIU/ml e ultrassom transvaginal mostrando útero de 150cm3
, endométrio de 4mm,
imagem heterogênea de limites indefinidos em parede miometrial anterior, apresentando fluxo vascular de
baixa resistência ao doppler. Sua principal hipótese diagnóstica e conduta são:
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