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#1661279

 O ex-­diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato se entregou à Justiça italiana nesta quinta­-feira (12 de fevereiro), após a Corte de Cassação de Roma ter decidido extraditá-­lo. Ele se entregou na cidade de Maranello, no norte da Itália, poucas horas após a Justiça italiana ter acatado o pedido do governo brasileiro. O ex-­dirigente do Banco do Brasil foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão.

                                                               (G1, 12 fev.15. Disponível em: < http://goo.gl/x4OnHl> Adaptado)


O principal argumento utilizado pela defesa para evitar a extradição é


  • o fato de que Pizzolato ainda tem direito a entrar com recurso contra a sua condenação no Brasil, o que tornaria a sua extradição desnecessária no momento.
  • a constatação de que a maior parte dos condenados no mesmo julgamento que Pizzolato já está fora da prisão, o que levou Pizzolato a concluir que já cumpriu a sua pena na Itália.
  • a prescrição dos crimes cometidos pelos quais Pizzolato foi condenado, e, portanto, a impossibilidade de cumprir a pena depois de passado muito tempo da condenação.
  • o reconhecimento da justiça italiana de que o julgamento a que Pizzolato foi submetido não foi legítimo, pois não garantiu o amplo direito de defesa do acusado.
  • o tratamento desumano e degradante ao qual os detentos podem ser submetidos nas prisões brasileiras, e que o Estado brasileiro não pode garantir a segurança pessoal de Pizzolato na prisão.
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