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#1822235

Conforme Galan e Oda (s/d), na assistência pós-cirúrgica especifica em amputação de membro inferior, o(a) Enfermeiro(a) NÃO deverá:

  • Apesar da amputação ser uni procedimento de reconstrução, a mesma altera a imagem corporal do paciente. O enfermeiro deverá estabelecer uma relação de confiança, com a qual encorajará o paciente a olhar, sentir e a cuidar do membro residual, tornando-o apto e participante ativo no autocuidado.
  • Estimular e ajudar nos exercícios precoces de amplitude. O paciente pode utilizar um trapézio acima da cabeça ou um lençol amarrado na cabeceira do leito para ajudar a mudá-lo de posição e fortalecer o bíceps. Solicitar orientação ao serviço de fisioterapia sobre a adequação dos exercícios ao paciente.
  • Evitar o edema enfaixando-o com bastante compressão e não deixar o membro residual pendurado. A pressão excessiva sobre o membro residual deve ser evitada, pois pode comprometer a cicatrização da incisão cirúrgica.
  • O membro residual não deverá ser apoiado sobre o travesseiro, o que pode resultar em contratura e flexão do quadril. Uma contratura da próxima articulação acima da amputação constitui complicação frequente. De acordo com a preferência do cirurgião, o membro residual poderá ser posicionado em extensão ou elevação por curto período de tempo após a cirurgia. Deve-se desestimular a posição sentada por períodos prolongados para evitar as contraturas em flexão de quadril e de joelho.
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