Um mapeamento do CNJ de 2019 mostra o avanço da
prática nos Tribunais de Justiça e Regionais Federais. Entre
os que adotam a perspectiva, 88,6% consideram que a
Justiça Restaurativa contribui para o fortalecimento da rede
de promoção e garantia de direitos, e 9,1% entendem não
haver nenhum tipo de contribuição. A presidente do Supremo
Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, declarou 2023 como
o Ano da Justiça Restaurativa na Educação, num plano
de difundir práticas para prevenir a violência nas escolas,
nas quais muitas meninas e mulheres são vítimas.
No Brasil, a prática da Justiça Restaurativa tem sido
utilizada, como um dos métodos com vistas à redução do
punitivismo.
A Justiça Restaurativa busca a
Autenticação
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