Uma parturiente de 43 anos, na segunda gestação, dá à luz um
recém-nato anêmico e ictérico, sem sinais de infecção, cujos
exames revelam hiperbilirrubinemia e anemia intensas, além de
intensa reticulociptoenia. A suspeita do pediatra é de Doença
Hemolítica Peri-Natal.
Os exames imuno-hematológicos solicitados mostram os
seguintes resultados:
A decisão clínica foi de submeter à criança a uma
exsanguíneotransfusão. O diagnóstico etiológico mais provável,
diante deste quadro clínico e laboratorial é: