Mulher, 29 anos, previamente hígida, dá entrada em unidade de
terapia intensiva com o diagnóstico de tromboembolismo
pulmonar. À admissão na UTI, paciente em regular estado geral,
Glasgow 15, taquipneica com FR 32ipm, apresentando
necessidade de oxigenioterapia suplementar via catéter nasal de
baixo fluxo a 3L/min e exibindo saturação de oxigênio de 93% (em
ar ambiente saturava 83%). Ademais, exibe FC 118bpm e PA de
116x66mmHg, sem drogas vasoativas. Vem ainda com os
seguintes exames complementares:
I. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal;
II. Ecocardiograma transtorácico com presença de sinal de
McConnell e efeito de Bernheim reverso;
III. Troponina quantitativa com elevação em 4x o valor de
referência;
IV. Gasometria arterial com PaO2 70mmHg (coletada no suporte
de oxigênio atual), sem distúrbio ácido-base.
Segundo o consenso europeu, tal paciente é considerada de risco
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