Mulher de 44 anos, ex-tabagista com 40 anos-maço, é
acompanhada por DPOC grave. Está em uso de
broncodilatadores, corticoides inalatórios e oxigenoterapia
domiciliar contínua. Apesar da adesão ao tratamento, mantém
dispneia intensa aos mínimos esforços (classe funcional III da
MRC), sem melhora significativa. A tomografia de alta resolução
mostra enfisema pulmonar heterogêneo com predomínio nos
lobos superiores. Espirometria revela VEF1 de 28% do previsto e
hiperinsuflação pulmonar importante.
A melhor conduta cirúrgica a ser considerada para essa paciente é
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