Exames para detecção de doenças em seres humanos não são, na maioria das vezes, perfeitos, podendo
apresentar resultados falsos. Há 2 tipos de erros (falso-positivo e falso-negativo) em exames, a saber:
Falso-positivo: exame resultando positivo (isto é, diagnosticado como doente) estando, de fato, sadio.
Falso-negativo: exame resultando negativo (isto é, diagnosticado como sadio) estando, de fato,
doente.
Para medir a confiabilidade de um exame, têm-se 2 medidas, a saber:
Sensibilidade do exame: proporção de doentes que o exame diagnosticou como doentes, em uma
longa série de realizações desse exame.
Especificidade do exame: proporção de sadios que o exame diagnosticou como sadios, em uma longa
série de realizações desse exame.
Em relação aos resultados do exame:

Sabendo que a prevalência de Hepatite B (isto é, a probabilidade que um indivíduo apresente a doença) seja de
1,5%, a probabilidade que esse exame apresente um falso-positivo é aproximadamente: