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#3621605

De acordo com Almeida et. Al (2015), o ensino do português como segunda língua para surdos deve ser realizado

  • independentemente de qualquer outra fonte linguística. Os autores afirmam que o caráter inato de aquisição de língua já é fator preponderante para que tal aprendizagem ocorra.
  • com base em uma língua na língua de sinais, o que facilita a compreensão gramatical, uma vez que as regras gramaticais são as mesmas nas duas línguas.
  • sem base, nem apoio na língua de sinais, já que a segunda língua deve ser aprendida sem referência, como ocorreu na aquisição da primeira.
  • com base em uma língua passível de compreensão – a língua de sinais, para que o esperado encontro entre as duas línguas seja usado com o fim de nortear essa aprendizagem.
  • sem base na língua de sinais, mas que é totalmente aceitável que a gramática da língua de sinais seja o parâmetro para construções sintáticas do Português escrito por surdos.
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