Uma usuária referindo desconforto e dor pélvica foi atendida no Programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) de uma unidade básica de saúde e, após a realização da anamnese e exame clínico-ginecológico, o profissional de saúde não constatou evidências de sangramento vaginal ou atraso menstrual e nem quadro abdominal grave; contudo, durante o exame a cliente relatou dor à mobilização do colo e ao toque vaginal. Diante do caso e conforme as recomendações do Programa Nacional de DST/AIDS, a conduta do profissional deve ser:
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