Um paciente de 76 anos de idade compareceu ao
atendimento com quadro de episódios de dor torácica opressiva
de moderada intensidade havia três dias. A referida dor surgia
independentemente de atividade física e cedia espontaneamente,
em menos de 20 minutos. Nas últimas 24 horas, teve três
episódios, porém de maior intensidade, os quais cederam
espontaneamente em torno de 30 minutos. Na admissão
hospitalar, estava com dor torácica opressiva havia duas horas.
O paciente é portador de diabetes tipo 2, dislipidemia e
hipertensão arterial sistêmica há 14 anos, atualmente em uso
regular de AAS 100 mg, sinvastatina 20 mg, anlodipino 5 mg e
glicazida 60 mg. Ao exame físico, apresentava: palidez, sudorese
fria, saturação de oxigênio (em ar ambiente) de 91%, pressão
arterial de 86 mmHg × 54 mmHg (média de três medidas),
frequência cardíaca de 76 bpm e ritmo cardíaco regular em dois
tempos sem sopros. O restante do exame físico foi normal.
O resultado da troponina T ultra sensível foi 116 pg/mL
(VR: 34,2 pg/mL) e os demais exames laboratoriais de rotina não
revelaram anormalidades significativas. O eletrocardiograma
realizado é apresentado a seguir.
Com referência ao caso clínico apresentado, julgue o item subsequente. Para esse paciente, recomenda-se adicionar a dosagem da
CK-MB massa por sua inferência precoce da magnitude
da lesão miocárdica.
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