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#3454312

“[...] Jovens negras(os), jovens periféricas(os), construindo e ocupando bibliotecas comunitárias nas bordas do país, passaram a contribuir ativamente para que os livros continuassem vivos e revelando autoras(es) colocadas(os) à margem. Contrariando as perspectivas mais pessimistas sobre o fim dos livros físicos e da espécie de “jovens leitores” com a imaginária presença maciça dos celulares em suas mãos, vemos o crescimento dos saraus e dos slams, das editoras independentes e das livrarias de rua. Qual seria o segredo? [...]”
MAYER, Bel Santos. “Unindo o discurso à prática: não basta ser antirracista. É preciso ler o que as autoras e autores negros escrevem.” In: Na Ponta do Lápis, Ano XVIII, n. 39, Novembro 2022, p. 37.

No texto, 

  • reconhece-se um movimento de protagonismo juvenil, popularização de suas práticas leitoras e de autores pouco lidos, que desestabiliza a crença sobre o fim dos livros impressos, mesmo diante dos usos de tecnologias digitais.
  • percebe-se um movimento crescente das práticas de leitura entre jovens negras(os) e jovens periféricas(os) e da autoria desses grupos em suportes digitais, como celulares, quando comparado com outros meios de circulação da informação.
  • evidencia-se o papel ativo das editoras independentes como elemento central para o crescimento de leitoras(es) e de autoras (es) da periferia das cidades.
  • expõe-se a incompatibilidade entre práticas de jovens negras(os) e periféricas(os) e a frequência aos saraus e slams, apreciados por outros grupos.
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