Recém-nascido do sexo masculino, com 3 dias de vida, nascido a
termo (39 semanas), parto vaginal sem intercorrências, Apgar
8/9, peso adequado para a idade gestacional. Mãe saudável, sem
histórico de infecções ou uso de medicações durante a gestação,
realizou pré-natal completo e ultrassonografias, sem alterações
estruturais cardíacas detectadas.
Desde o nascimento, o RN apresenta cianose central persistente,
não responsiva ao oxigênio suplementar por cateter nasal. Não
há desconforto respiratório evidente. À ausculta cardíaca, nota-se
sopro sistólico 2+/6+, audível no foco tricúspide. Pulmões com
murmúrio vesicular presente e simétrico. A oximetria de pulso
revela saturação pré-ductal 85% e pós-ductal de 84%. A
gasometria arterial mostra acidose respiratória leve com
hipoxemia. À exceção da cianose persistente, e do sopro já
relatado não há outras alterações ao exame físico.
Diante da suspeita de cardiopatia congênita cianótica, foi
realizado ecocardiograma transtorácico que evidenciou
transposição das grandes artérias (TGA), com septo
interventricular íntegro e comunicação interatrial pequena.
Com base no quadro clínico e nos achados ecocardiográficos, a
conduta prioritária imediata é
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