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#1586612
Texto da Questão:

Leia o texto para responder à questão.

Perto do apagão
    ________a falta de chuvas nos últimos dois meses, inferiores ao padrão já escasso do mesmo período de 2020, ficou mais evidente a ameaça ________ a geração de energia se mostre insuficiente para manter o fornecimento até novembro, quando se encerra o período seco.
    Novas simulações do Operador Nacional do Sistema (ONS) mostram agravamento, com destaque para a região Sul, onde o nível dos reservatórios até 24 de agosto caiu para 30,7% – a projeção anterior apontava para 50% no fechamento do mês.
    Mesmo no cenário mais favorável, que pressupõe um amplo conjunto de medidas, como acionamento de grande capacidade de geração térmica, importação de energia e postergação de manutenção de equipamentos, o país chegaria ________ novembro praticamente sem sobra de potência, o que amplia a probabilidade de apagões.
    Embora se espere que tais medidas sejam suficientes para evitar racionamento neste ano, não se descartam sobressaltos pontuais, no contexto da alta demanda ________ o sistema será submetido.
    Se o regime de chuvas no verão não superar a média dos últimos anos, a margem de manobra para 2022 será ainda menor. Calcula-se que, nesse quadro, a geração térmica, mais cara, tenha de permanecer durante todo o período úmido, o que seria algo inédito.
    Desde já o país precisa considerar os piores cenários e agir com toda a prudência possível, com foco em investimentos na geração, modernização de turbinas em hidrelétricas antigas e planejamento para ampliar a resiliência do sistema.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 27.08.2021. Adaptado)

As informações do editorial permitem concluir corretamente que

  • o regime das chuvas, que já chegou a causar preocupação no país pelo risco de apagão, estará normalizado até novembro.
  • a geração térmica, a importação de energia e a postergação de manutenção de equipamentos livram o país de um apagão.
  • a previsão de chuvas para 2022 será um problema menor, considerando-se os níveis dos reservatórios em 50% em 2021.
  • a geração de energia no país está comprometida pela falta de chuvas, o que exige atenção pelo risco de apagão.
  • a geração de energia térmica em 2022 tenderá a estar mais cara, graças ao verão úmido e à superação dos índices pluviométricos.
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