Muitas transformações têm sido observadas nos processos de produção jornalística a partir das novas configurações e digitalização das redações e do uso intensivo das tecnologias móveis, que mudam a relação dos profissionais e do público com o tempo
e o espaço. A apuração dos fatos e a checagem das informações, no entanto, continuam sendo práticas indispensáveis para que
se possa produzir conteúdo de qualidade e com alto grau de confiabilidade. Mais recentemente, o fact-checking se consolidou
como uma prática que se encarrega de classificar informações publicadas na imprensa, principalmente em períodos eleitorais.
(Forechi, Marcilene, et al. Jornalismo digital e cibercultura. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo A, 2020.)
Em uma classificação proposta por Lage (2002), as fontes podem ser divididas em três tipos; assinale a afirmativa INCORRETA.
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