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#3705736

Gestante de 32 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, dá entrada no pronto-socorro com febre alta (39,2 °C), mialgia intensa, dispneia progressiva e tosse seca há 48 horas. Apresenta saturação de O₂ de 91% em ar ambiente, taquipneia e estertores finos bibasais. Testagem rápida para influenza A é positiva, e a paciente é admitida com suspeita de síndrome respiratória aguda secundária à infecção viral. O quadro evolui com necessidade de O₂ suplementar e início de antiviral.
A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é

  • o aumento da complacência pulmonar com redução da pressão inspiratória máxima, favorecendo hipercapnia.
  • a redução do volume corrente e aumento da resistência das vias aéreas superiores, predispondo a atelectasias.
  • a redução da capacidade residual funcional, prejudicando a troca gasosa.
  • a hiperventilação compensatória com aumento da reserva expiratória, o que eleva o risco de alcalose respiratória grave.
  • a redução da pressão parcial de CO₂ arterial, levando à hipoxemia.
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