No site da editora Abril, no mês de dezembro de 2020, foi publicada a seguinte reportagem na
seção “Veja Saúde”:
No decorrer da reportagem, os entrevistados afirmam que com a pandemia do Covid-19,
aumentaram consideravelmente os casos de depressão e os que já apresentavam, tiveram um
agravamento considerável. A reportagem, através de ambos médicos psiquiatras, relata algumas
alternativas mais atuais para o tratamento da depressão, destacando a eletroconvulsoterapia (ECT) e
a neuromodulação (não farmacológicos) e o uso da “escetamina” (farmacológico). A “escetamina”
deriva de um anestésico geral intravenoso e, como fármaco antidepressivo, apresenta ação rápida. É
utilizado em baixas doses através de duas vias: intravenosa ou intranasal (spray). Os usuários são
pacientes graves, refratários e com risco de suicídio. O uso deve ser realizado mediante
acompanhamento de monitoramento em ambiente hospitalar. Considerando a “escetamina”, que até
então era conhecida apenas a “cetamina” (anestésico geral intravenoso), qual das características
abaixo são verdadeiras quanto as propriedades anestésicas da “cetamina”:
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