Seguindo o coelho branco e redescobrindo Monteiro
Lobato: o petróleo é nosso e o urânio também
Era uma manhã chuvosa em São Paulo. Entediado, lia a
biografia de Soros enquanto esperava a chuva passar
para levar um terno à lavanderia. Ao entrar na
lavanderia, encontrei um "coelho branco", um funcionário
público que mencionou a biblioteca.
Curioso, pedi para acompanhá-lo. A caminhada foi curta
e logo estávamos na Biblioteca Monteiro Lobato. Lá, vi
parte do acervo doado pela família de Lobato, incluindo
roupas, mobílias e objetos pessoais.
Circulando pela biblioteca, deparei-me com a biografia
de Lobato em painéis. Fui interrompido por outro "coelho
branco" enquanto refletia sobre "O Escândalo do
Petróleo" e a perseguição que Lobato sofreu.
Segui o "coelho branco" até um auditório onde um
concerto estava prestes a começar. Sentei-me na
primeira fila, apreciando a música enquanto pensava
sobre a venda de uma jazida de urânio para a China.
A vida é moldada por estímulos externos e internos,
nossos "coelhos brancos". Como Alice, às vezes precisamos dar bons conselhos a nós mesmos.
Podemos chegar a essas conclusões lendo clássicos ou
prestando atenção na vida cotidiana. O ideal é combinar
as duas fontes de leitura.
O "coelho branco" é uma figura simbólica no texto. Qual
das alternativas abaixo melhor explica o papel simbólico
do "coelho branco" na narrativa e sua relação com a
temática central do texto?
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