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#2277734

Leia atentamente o seguinte estudo de caso: "Jonas é um menino com Síndrome de Down com 11 anos de idade. Atualmente, frequenta uma escola comum de ensino fundamental da rede municipal, cursando o terceiro ano do primeiro ciclo. Aos dois meses de vida, iniciou o trabalho de estimulação precoce no serviço de reabilitação de uma escola da APAE. Segundo o relato da terapeuta que realizava este trabalho, Jonas era um menino que vinha se desenvolvendo bem, com poucas defasagens. A única exceção dizia respeito à linguagem, já que apresentava dificuldades importantes e um atraso significativo em sua aquisição. Começou a articular algumas palavras aos dois anos, falando de forma quase inaudível e com o passar do tempo, sua fala seguiu sendo bastante restrita, limitando-se a articular poucas palavras com muitos desvios fonológicos. Por este motivo, aos três anos, ao término do trabalho de estimulação precoce, iniciou um atendimento fonoaudiológico nessa mesma instituição. Desde os dois anos de idade, Jonas frequentou o maternal numa escola de educação infantil e a partir dos sete, ingressou na escola municipal de Ensino Fundamental, na qual se encontra matriculado até hoje. Nessa mesma época, interrompeu o tratamento na APAE e iniciou um novo tratamento em outro local." (PAULON, Simone Mainieri, et al. Documento subsidiário à política de inclusão. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005, p. 35).
Assinale a opção que indica um encaminhamento ou ação que deve ser realizada visando uma maior promoção e inserção de Jonas. 

  • Criar um currículo paralelo para atender as especificidades de Jonas.
  • Jonas deve ser matriculado em uma escola que possua toda a equipe interdisciplinar necessária ao trabalho com o aluno, com a finalidade de lhe oferecer todo o apoio necessário
  • Avaliar sua produção espontânea no contexto do grupo, de modo a aprimorar sua capacidade criativa e sua expressão simbólica.
  • Evitar situações em que o corpo entra em jogo, como o teatro e os jogos corporais, que podem ocasionar colisões entre os alunos e resultar em frustrações ou situações desagradáveis.
  • Evitar situações em que a fala seja um elemento necessário para a comunicação, já que o mesmo ainda encontra-se em tratamento fonoaudiológico. Apenas após a alta no tratamento fonoaudiológico é que o professor deve inserir, aos poucos, atividades de comunicação verbal.
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