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Foi encontrada 1 questão.
#1620757
Texto da Questão:

Para responder à questão, leia o trecho do poema de Manuel Bandeira.

Há que tempo que não te vejo!
Não foi por querer, não pude,
Nesse ponto a vida me foi madrasta,
Recife.

Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim:
Nos ossos, nos olhos, nos ouvidos, no sangue, na carne,
Recife.

Não como és hoje,
Mas como eras na minha infância,
Quando as crianças brincavam no meio da rua
(Não havia ainda automóveis)
E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas
(Continuavas província, Recife)

(Adaptado de: BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990)

Depreende-se do poema

  • o enaltecimento da modernização.
  • o desencanto com o progresso.
  • a crítica ao provincianismo.
  • a frustração com o passado.
  • a exaltação do presente.
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