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#3675757

Mulher, 28 anos, portadora de cardiomiopatia hipertrófica não obstrutiva confirmada (ressonância sem obstrução significativa em repouso/provocação). Relata história de síncope inexplicada há 6 meses. Holter 24 h com taquicardia ventricular não sustentada (TVNS). Ressonância com realce tardio difuso >15% da massa ventricular. Espessura septal máxima = 32 mm. FEVE 60%. Sem história pessoal de TV/FV. Cálculo de risco (HCM Risk-SCD) estimado em 7,8% em 5 anos.


Qual é a melhor conduta neste momento para prevenção de morte súbita?

  • Iniciar betabloqueador e repetir o score de risco em 12 meses antes de decidir.
  • Implantar monitor subcutâneo (looper) e postergar decisão por ausência de síncope recente.
  • Indicar CDI para prevenção primária, dada a presença de marcadores maiores (hipertrofia ≥ 30 mm, TVNS, síncope recente) e risco ≥ 6%/5 anos.
  • Realizar miectomia septal primeiro para reduzir risco arrítmico e, após a cirurgia, reavaliar CDI.
  • Solicitar teste genético e decidir CDI conforme presença de mutação de alto risco.
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