Os sinais e sintomas da diarreia são o aumento na
frequência das eliminações intestinais e diminuição da
consistência das fezes, que pode levar a quadros de
desidratação importante. Ao atender uma criança com
quadro de diarreia, o enfermeiro deve investigar as
características do episódio diarreico. A conduta
terapêutica da criança com diarreia se baseia nas
condições clínicas e na classificação da gravidade da
desidratação:
Sobre a conduta terapêutica da criança com diarreia, é
CORRETO afirmar que:
I. Criança acordada, alerta e sem sinais de desidratação
grave: administração de líquidos via oral, em
domicílio. Repor perda hídrica em quatro a seis horas
(50 mL/kg em desidratação leve e 100 mL/kg em
desidratação moderada). Em casos de diarreia, 10
mL/kg para cada evacuação. Caso a criança não aceite,
ofertar de 2 a 3 mL, por uma seringa, com intervalos de
minutos, até que aceite quantidades maiores. Reforçar
manutenção da alimentação e aleitamento materno.
II. Crianças com desidratação moderada a grave: é
recomendada a reidratação venosa: 20 mL/kg em 20
minutos, podendo repetir por duas vezes até que
apresente diurese, aumento da pressão arterial e
diminuição da frequência cardíaca.
III. Após a infusão de 60 mL/kg sem melhora do quadro,
tratar como choque hipovolêmico (refratário à
reposição volumétrica). Isso se aplica a crianças de
todas as idades com sinais de agravo (alteração de nível
de consciência, alterações abdominais etc), Criança
com vômitos incessantes, em casos de desidratação
grave, casos de desidratação moderada em crianças
menores de três meses.
Assinale a assertiva CORRETA:
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