Muitos pais têm contratado planos de previdência
para os filhos menores de idade. A diferença é que, ao fazer
isso, não estão pensando em investir na aposentadoria dos
rebentos, mas sim em oferecer condições para que, ao
atingir a maioridade, eles tenham dinheiro para arcar com
despesas relacionadas à educação, como uma boa faculdade,
um curso de especialização ou um intercâmbio no exterior.
Segundo dados da Federação Nacional de Previdência
Privada Vida (FenaPrevi), entidade que reúne empresas do
setor, os planos de previdência para menores arrecadaram
só no ano passado, 1,7 bilhão de reais – 24% a mais do que
em 2010.
Falta de disciplina para fazer os depósitos e saques
não programados prejudicam quem quer poupar para o
futuro. “A contribuição deve ser encarada como uma
despesa da casa, assim como as contas de água e luz", diz
Carolina Wanderley, consultora sênior de previdência
privada da empresa de investimentos Mercer. Ou seja, não
se deve “pular" o investimento na previdência em meses de
dinheiro curto, muito menos usar o montante reservado nela
para cobrir despesas acima do normal.
Para contornar imprevistos desse gênero, os
especialistas recomendam pedir ao banco que as
mensalidades sejam postas em débito automático ou
cobradas via boleto e manter um segundo investimento –
como uma poupança – destinado a “apagar incêndios".
(Veja, 9 de maio 2012. Com adaptações)
Dentre os grupos de palavras a seguir, são todas acentuadas pelo mesmo motivo
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