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Foi encontrada 1 questão.
#1827963
Texto da Questão:

Considere o excerto a seguir e responda à questão.

   “Articulada à instância de uso da língua oral e escrita – que incorpora práticas de escuta e de leitura e práticas de produção de textos orais e escritos –, é preciso desenvolver a reflexão sobre a língua e a linguagem – que incorpora práticas de análise linguística. Considerando essa segunda instância, é inegável que a escola precisa trabalhar com gramática (i) contemplando o funcionamento de recursos linguísticos em diferentes níveis (fonético-fonológico, morfológico, sintático, semântico-discursivo) e (ii) e propiciando condições para que o aluno tenha acesso à norma culta da língua, que é a variedade de prestígio na sociedade, e, consequentemente, à possibilidade de ascensão social. O que se coloca em discussão é: qual gramática ensinar? e de que maneira ensiná-la?”

(GORSKI e COELHO, 2009)




Sobre esse ensino e os conhecimentos que o professor deve ter para atuar em sala de aula, assinale a alternativa considerada adequada concernente ao ensino de língua, que esteja dentro dos padrões da Sociolinguística e de acordo com a proposta dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais).

  • Todo falante nativo, por volta de 16 a 17 anos de idade, já internalizou as regras do sistema de sua língua, porque passou pelo menos 09 anos aprendendo regras da Língua Portuguesa.
  • Com relação ao papel da escola, não se trata de ensinar a língua materna, e, sim, de ensinar determinada variedade da língua (a variedade padrão ou norma culta). Além disso, trata-se de ensinar a utilização adequada de diferentes registros em conformidade com as diferentes situações comunicativas, mais formais e mais informais, por exemplo.
  • A escola deve ensinar a norma culta no sentido de exigir que o aluno substitua uma norma (a dele, vernacular) e para que possa adequar seu uso linguístico a diferentes situações.
  • O que se espera do professor de português é que ele não trabalhe a variedade trazida pelo aluno de casa (taxada de “erro”), mas trabalhe a norma culta, no sentido da inclusão social do aluno.
  • É papel da escola reconhecer que os dialetos não-padrão são sistemas linguísticos menos estruturados e inferiores em relação ao dialeto padrão, mas não ao ponto de ter atitudes discriminatórias em relação à linguagem dos alunos.
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