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#3728763

Homem de 72 anos, tabagista pesado com histórico de 60 maços-ano, procura atendimento devido à dispneia progressiva há vários anos, tosse crônica com expectoração e episódios recorrentes de chiado que se intensificaram recentemente. Relata limitação importante para atividades simples, como caminhar pequenas distâncias. No exame físico, observa-se tórax hiperinsuflado, murmúrio vesicular globalmente diminuído e expiração prolongada. A espirometria realizada após broncodilatador mostra relação entre volume expiratório forçado no primeiro segundo e capacidade vital forçada de 0,55, com volume expiratório forçado correspondente a 48% do previsto e mínima resposta ao broncodilatador. O hemograma revela eosinófilos séricos de 420 células por microlitro, achado relevante para definição terapêutica. Qual é a melhor estratégia terapêutica? 

  • Suspender todos os broncodilatadores e utilizar apenas corticoide inalatório como tratamento principal.
  • Iniciar corticoide oral diário em baixa dose como medida de controle a longo prazo.
  • Utilizar somente broncodilatador de curta duração conforme necessidade, sem terapia de manutenção.
  • Manter broncodilatadores de longa ação em combinação e considerar adicionar corticoide inalatório devido à eosinofilia persistente.
  • Indicar cirurgia redutora de volume pulmonar imediatamente, sem necessidade de avaliação complementar.
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