Homem de 72 anos, tabagista pesado com histórico de 60 maços-ano, procura atendimento devido à dispneia
progressiva há vários anos, tosse crônica com expectoração e episódios recorrentes de chiado que se intensificaram
recentemente. Relata limitação importante para atividades simples, como caminhar pequenas distâncias. No exame
físico, observa-se tórax hiperinsuflado, murmúrio vesicular globalmente diminuído e expiração prolongada. A
espirometria realizada após broncodilatador mostra relação entre volume expiratório forçado no primeiro segundo
e capacidade vital forçada de 0,55, com volume expiratório forçado correspondente a 48% do previsto e mínima
resposta ao broncodilatador. O hemograma revela eosinófilos séricos de 420 células por microlitro, achado relevante
para definição terapêutica. Qual é a melhor estratégia terapêutica?
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