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#3666003

Uma criança de 5 anos encontra-se internada na UTI pediátrica há 3 dias, após ter sido submetida a cirurgia cardíaca, encontra-se sob ventilação mecânica invasiva, com os seguintes parâmetros: FiO₂ 55%, PEEP 6 cmH₂O, sedação leve (SBS -1), uso de milrinona isolada, estabilidade hemodinâmica, sem sinais de hipertensão intracraniana, em monitorização contínua. Considerando os critérios do protocolo PICU Up! e a prática baseada em evidências, qual é a conduta fisioterapêutica mais adequada?

  • Devido ao quadro em questão: FiO₂ 55% e pressão expiratória final positiva de 6 cmH₂O, condições clínicas e de segurança, e por se tratar de paciente intubado deve-se ter cautela e restringir as mobilizações no leito para a forma passiva.
  • Considerando os critérios do protocolo PICU Up! e a prática baseada em evidências é coerente restringir a mobilização, visto que é apresentado no caso descrito uma instabilidade hemodinâmica e o uso de milrinona, o que é contraindicação absoluta para a mobilização precoce.
  • O paciente encontra-se apto para a mobilização precoce e é importante que o fisioterapeuta conforme avaliação multissistêmica, inicie o protocolo no Nível 3 com ortostatismo à beira leito e com deambulação, já que o paciente está em parâmetros de segurança ventilatória.
  • É necessário aguardar a extubação para iniciar mobilização ativa. Evidências demonstram que a mobilização precoce nesses casos pode favorecer as complicações, sendo assim, é prudente que se aguarde a extubação planejada para iniciar qualquer mobilização.
  • Iniciar mobilização precoce de acordo com o Nível 2 do PICU Up!, incluindo posicionamento ativo no leito, sedestação assistida e considerar atividades fora do leito, respeitando critérios de pausa caso ocorram alterações hemodinâmicas ou respiratórias.
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