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#3715591

Uma menina de 12 anos é acompanhada no ambulatório de pneumologia pediátrica por asma grave persistente há 5 anos. Apesar do uso regular e correto de Corticosteroide Inalatório (CI) em dose alta, combinado com agonista beta-2 de longa ação (LABA) e Antagonista do Receptor de Leucotrienos (ARL), ela continua apresentando sintomas diurnos quase todos os dias, despertares noturnos mais de duas vezes por semana, necessidade de agonista beta-2 de curta ação (SABA) diariamente e teve três exacerbações graves nos últimos 12 meses, que necessitaram de cursos de corticosteroide oral. Sua adesão à terapia e à técnica inalatória foram revisadas e confirmadas como adequadas, e os fatores ambientais, controlados. Testes cutâneos (prick test) são fortemente positivos para ácaros da poeira domiciliar e epitélio de gato. Sua IgE sérica total é consistentemente elevada (>300 UI/mL), e a contagem de eosinófilos no sangue periférico é de 480 células/µL. Considerando o perfil fenotípico dessa paciente e as diretrizes atuais para o manejo da asma grave em crianças, qual terapia biológica seria a mais indicada para otimizar o controle da doença?

  • Omalizumabe (anticorpo anti-IgE).
  • Mepolizumabe (anticorpo anti-IL5).
  • Dupilumabe (anticorpo antirreceptor de IL-4/IL-13).
  • Benralizumabe (anticorpo antirreceptor de IL-5).
  • Tiotrópio (anticolinérgico de longa ação) via inalatória.
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