O álcool estearílico é usado na indústria de cosméticos
para a produção de cremes, loções, máscaras capilares, entre
outros, por ser compatível com vários tipos de emulsionantes e
apresentar baixa irritabilidade na pele.
Devido a um problema técnico em uma das indústrias de
produção desse insumo, esse produto passou a ficar escasso no
mercado, o que levou uma indústria de cosméticos a considerar o
estearato de metila como possível alternativa para a produção do
álcool estearílico, a partir da hidrogenação do estearato de metila,
em solução de heptano, por meio da seguinte reação.
A planta piloto dessa indústria de cosméticos é equipada
com um reator do tipo autoclave, que opera em temperatura
máxima de 200 °C e pressão máxima de 1.000 psi e que pode ser
utilizado para desenvolver o projeto. Para que a síntese do álcool
estearílico seja bem-sucedida, o químico resolveu testar várias
condições reacionais, a fim de descobrir qual delas proporcionará
a obtenção de maior quantidade de álcool estearílico
(rendimento) no menor tempo possível. Ele testou diversas
condições experimentais, tais como tempo de reação,
temperatura e pressão do reator, além de um catalisador
comercial à base de cobre. Os resultados dos testes são
mostrados na tabela a seguir. Sabe-se que o hidrogênio molecular
(H2) é instável a temperaturas acima de 200 °C.
Na situação hipotética apresentada no texto 10A2-II, se o
hidrogênio fosse estável a temperaturas acima de 200 °C, seria de
se esperar que o aumento da temperatura do meio
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