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#2590047

Recém-nascido, com 24 horas de vida, mãe apresentou na gestação exame de toxoplasmose com 12 semanas, IgG negativo e IgM positivo. Com 22 semanas, a nova sorologia deu IgG negativo e IgM positivo, e a avidez não pôde ser realizada. Desse momento em diante, não foram mais colhidos exames e o obstetra optou por não tratar toxoplasmose. Levando em consideração esses exames, qual a conduta adequada nesta criança?

  • A gestante apresentava um exame IgM falso positivo, o que torna ela susceptível à doença, sendo recomendada a coleta de exames da mãe neste momento.
  • Não existe a necessidade de investigação, já que não ocorreu a doença. Desse modo, não existe clínica da doença no período que justifica nova investigação.
  • Deve-se investigar a criança com exames de imagem e sorologias, já que a mãe apresentou toxoplasmose na gestação e não foi tratada.
  • Deve-se colher a sorologia da criança para acompanhar a queda dos títulos de IgM, que passaram pela barreira transplacentária.
  • Afasta-se a possibilidade de doença, uma vez que a mãe tem um IgM falso positivo, não sendo possível adquirir a doença nesse momento.
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