A mucosite oral é a complicação oral mais
debilitante das altas doses de quimioterapia e
de radioterapia de cabeça e pescoço.
Adicionalmente ao desconforto local, a
mucosite pode estar associada a um aumento
da necessidade de nutrição parenteral total, a
internações hospitalares de longo tempo, à
bacteremia sistêmica e à sepse.
Cerca de 80% dos pacientes tratados com
radioterapia na região de cabeça e pescoço
desenvolvem mucosite, e sua prevalência se
aproxima dos 100% para os que estão sendo
tratados para neoplasias de orofaringe e boca.
Quando os agentes quimioterápicos são
utilizados com vistas à redução parcial do
tumor, para que uma complementação
terapêutica com a cirurgia e/ou radioterapia
possa ser realizada posteriormente, recebem o
o nome de
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