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#3438047

Uma gestante de 32 semanas, com sorologia para toxoplasmose IgG positiva e IgM negativa previamente, procura atendimento médico para sua consulta de rotina do terceiro trimestre. Por algum motivo, foi solicitada novamente uma sorologia para a paciente que veio com o seguinte resultado: IgG reagente e IgM reagente. A paciente nega contatos de risco e encontra-se assintomática. Qual é a conduta mais adequada nesse caso, de acordo com o Protocolo de Notificação e Investigação: Toxoplasmose Gestacional e Congênita (2018)? 

  • A gestante tem um exame prévio com IgM não reagente, sendo assim, caracteriza-se como infecção prévia.
  • Deve-se realizar um exame de avidez de IgG para avaliação do caso.
  • Diante desse cenário, deve-se aventar a possibilidade de reinfecção peloToxoplasmose gondii.
  • Sempre que uma gestante tem sorologia previamente positiva para toxoplasma, descarta-se qualquer possibilidade de doença ativa no momento da gestação.
  • Deve-se sempre considerar como erro laboratorial a apresentação de casos como o descrito acima.
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