Paciente 20 anos, tercigesta, secundípara, 35ª semana de gravidez e chegou na emergência obstétrica referindo
dor em baixo ventre e perda de líquido amniótico. Nega outras queixas. No cartão de pré-natal, observa-se:
tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 91 mg% (todos realizados no 1º
trimestre de gravidez). O teste de tolerância oral a glicose a 75 g foi realizada na 26ª semana com resultado:
jejum de 91 mg%, com 1h de 171 mg% e com 2h de 149 mg%. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente;
altura de fundo uterino de 32cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e
posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A ultrassonografia realizada no
momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; dopplervelocimetria com índice
de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de 2,10; pico sistólico da artéria
cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior bolsão (MB) de 9,8cm.
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar uma consequência do valor do MB do líquido amniótico?
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