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#3718161

Homem de 45 anos, com diagnóstico de asma desde a infância, comparece ao ambulatório de Pneumologia por crises frequentes de dispneia, tosse seca noturna e sibilância nos últimos dois meses. Relata uso regular de budesonida/formoterol 12/400 mcg na forma de pó inalatório, duas vezes ao dia, e salbutamol inalatório conforme demanda, até três vezes por semana. Refere três episódios de exacerbação nos últimos seis meses, um deles necessitando corticosteroide oral.


Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, sem sibilos no momento. Espirometria mostra VEF₁ de 68% do previsto, com relação VEF₁/CVF reduzida. Prova broncodilatadora positiva. Diante do quadro, a abordagem mais adequada é 

  • aumentar a dose do beta-agonista de curta ação de forma regular para controle de sintomas noturnos e reavaliar em um mês.
  • trocar a associação inalável por monoterapia com corticosteroide inalatório em alta dose.
  • orientar o uso das medicações e proteção contra alérgenos, solicitar dosagem sérica de IgE total e considerar fenótipo alérgico para terapias biológicas.
  • introduzir montelucaste como substituto do corticosteroide inalatório.
  • prescrever beta-agonista de liberação prolongada com antimuscarínico de longa ação para broncodilatação contínua.
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