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#3583317

Um paciente de 55 anos, etilista social, portador de hipertensão arterial sistêmica e usuário crônico de AINEs apresentase no pronto-socorro com sinais de hemorragia digestiva alta, incluindo hematêmese e melena. Ele está em estado de choque hipovolêmico, com pressão arterial de 80/50 mmHg e frequência cardíaca de 130 bpm. O exame físico revela sinais de ascite e palidez. O hemograma mostra hemoglobina de 6,9 g/dL, e o coagulograma revela aumento do tempo de protrombina (TP) com RNI de 1,92 e alargamento do tempo de tromboplastina parcial ativado (TTPa). Após estabilização inicial com fluidos, qual deve ser a conduta terapêutica mais adequada, considerando o manejo eficaz e as estratégias de tratamento para essa situação crítica? 

  • Realizar transfusão de concentrado de hemácias e solução salina hipertônica, iniciar antibióticos profiláticos e administração de vasopressores, e realizar endoscopia digestiva alta após estabilização hemodinâmica.
  • Administrar transfusão de hemácias, iniciar terapia com inibidor de bomba de prótons (IBP), considerar o uso de vasoconstritor esplâncnico para controle da hemorragia e realizar endoscopia digestiva alta assim que possível.
  • Iniciar infusão de albumina intravenosa para expansão do volume, administrar antiácidos intravenosos e preparar o paciente para cirurgia de emergência para controle da hemorragia.
  • Administrar vasopressores para controle imediato da pressão arterial, realizar transfusão de sangue total e esperar 24 horas antes de realizar endoscopia digestiva alta, para permitir estabilização do paciente.
  • Utilizar a técnica de tamponamento com balão Sengstaken-Blakemore imediatamente, seguido de administração de transfusão de sangue e solução cristaloide, e preparar o paciente para endoscopia digestiva alta.
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