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#2230127

“Uma investigação conjunta do The New York Times e The Observer revela que, em 2014, a empresa obteve uma base de dados de pretenso uso acadêmico e a explorou sem permissão para elaborar estratégias eleitorais durante as eleições [...]. É um dos maiores roubos de informação da história do Facebook.” A notícia do El País é referente às seguintes afirmativas, EXCETO:

  • Durante a campanha de 2016, aCambridge Analyticatrabalhou para dois candidatos republicanos: primeiro Ted Cruz e depois Trump. Também participou em 2016 da campanha a favor do Brexit.
  • No Egito destacaram-se técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos comoFacebook,TwittereYoutube.Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu ainternete a telefonia móvel.
  • No comando da empresa estava o britânico Alexander Nix, que dirigiu em seu país a consultora sobre mercadologia de comportamentosStrategic Communication Laboratories(SLC) e depois voltou seus olhos ao lucrativo mercado das campanhas políticas norte-americanas. Nix chegou a Mercer através de Stephen Bannon que também se integrou como membro e investidor da nova empresa criada por Nix nos Estados Unidos.
  • ACambridge Analyticaconseguiu os dados através de um psicólogo da Universidade de Cambridge – com a qual a empresa, de mesmo nome, não tem relação. O psicólogo conseguiu permissão do Facebook para pedir dados aos seus usuários com um aplicativo pensado para estudos de sua disciplina. Financiado pelaCambridge Analytica,conseguiu dados de 270.000 pessoas com perfis na rede social; o aplicativo lhe permitiu acessar a informação dos amigos dos participantes originais, multiplicando até 50 milhões de usuários o alcance de seu armazenamento.
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