Uma paciente de 32 anos de idade, previamente hígida, foi
atendida no pronto-socorro devido a episódios de precordialgia
em repouso, de início súbito, havia 24 horas. Ela relatou dor de
intensidade moderada, com duração prolongada (horas) e piora à
inspiração, sem irradiação e com melhora na posição sentada,
inclinando-se para frente. Negou fatores de risco
cardiovasculares e uso de drogas ilícitas. Referiu quadro de febre
(38,3 ºC), coriza hialina e mialgia difusa havia três dias. O exame
físico não detectou alterações significativas. Observou-se
troponina TnI ultrassensível de 2 ng/dL (sendo o valor de
referência < 0,04 ng/dL). O teste molecular para detecção do
SARS-CoV 2, por RT-PCR, em amostra clínica respiratória, foi
reagente. Foi realizado eletrocardiograma com calibração padrão,
apresentado na figura a seguir.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue o próximo item.
O exame para confirmação diagnóstica é o cateterismo
cardíaco.
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