As línguas de sinais foram se tornando cada vez mais estruturadas e, com o uso frequente pelos surdos dessa língua, foram surgindo alternativas educacionais orientadas para uma educação bilíngue. Essa proposta defende a ideia de que a língua de sinais é a língua natural dos surdos, que, mesmo sem ouvir, podem desenvolver plenamente uma língua viso-gestual. Assim, tem-se que o modelo de educação 22 bilíngue que se contrapõe ao modelo oralista porque considera o canal viso-gestual de fundamental importância para a aquisição de linguagem da pessoa surda. E contrapõe-se à comunicação total porque defende um espaço efetivo para a língua de sinais no trabalho educacional.
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