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#2230298

“Uma investigação conjunta do The New York Times e The Observer revela que, em 2014, a empresa obteve uma base de dados de pretenso uso acadêmico e a explorou sem permissão para elaborar estratégias eleitorais durante as eleições [...]. É um dos maiores roubos de informação da história do Facebook.” A notícia do El País é referente às seguintes afirmativas, EXCETO:

  • Durante a campanha de 2016, aCambridge Analyticatrabalhou para dois candidatos republicanos: primeiro Ted Cruz e depois Trump. Também participou em 2016 da campanha a favor do Brexit.
  • No Egito destacaram-se técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas, envolvendo recursos comoFacebook,TwittereYoutube. Preocupado com as manifestações, o governo egípcio suspendeu a internet e a telefonia móvel.
  • No comando da empresa estava o britânico Alexander Nix, que dirigiu em seu país a consultora sobre mercadologia de comportamentosStrategic Communication Laboratories(SLC) e depois voltou seus olhos ao lucrativo mercado das campanhas políticas norte-americanas. Nix chegou a Mercer através de Stephen Bannon que também se integrou como membro e investidor da nova empresa criada por Nix nos Estados Unidos.
  • ACambridge Analyticaconseguiu os dados através de um psicólogo da Universidade de Cambridge – com a qual a empresa, de mesmo nome, não tem relação. O psicólogo conseguiu permissão doFacebookpara pedir dados aos seus usuários com um aplicativo pensado para estudos de sua disciplina. Financiado pelaCambridgeAnalytica, conseguiu dados de 270.000 pessoas com perfis na rede social; o aplicativo lhe permitiu acessar a informação dos amigos dos participantes originais, multiplicando até 50 milhões de usuários o alcance de seu armazenamento.
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