Era uma vez um menino triste, magro e
barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia,
ele estava sentado na poeira do caminho,
imaginando bobagem, quando passou um vigário
a cavalo.
– Você, aí, menino, para onde vai essa
estrada?
– Ela não vai não: nós é que vamos nela.
– Engraçadinho duma figa! Como você se
chama?
– Eu não me chamo, não, os outros é que
me chamam de Zé.
CAMPOS, Paulo Mendes. Continho. In:
Crônicas. São Paulo: Ática, 1996 (Coleção Para
Gostar de Ler – vol. 1).
“(...) quando passou um vigário a cavalo.
– Você, aí, menino, para onde vai essa
estrada?”
Reescrevendo o trecho acima de outra forma,
assinale a alternativa que se apresenta totalmente
correta.
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