Um paciente meu com diagnóstico de paralisia cerebral, do tipo atetósico, também um doce de pessoa, foi-me encaminhado por sua fonoaudióloga quando tinha cerca de oito anos. Muito inteligente, vinha acompanhando a escola regular, apesar das suas limitações motoras que o impediam, por exemplo, de conseguir escrever... Era alegre e extrovertido... Embora não caminhasse sozinho e tivesse dificuldade de se fazer entender.
Pádua e Magalhães. Terapia ocupacional: teoria e prática. Campinas, 2003 (com adaptações).
Tomando como referência inicial o texto acima, julgue os itens a seguir
O caso apresentado no texto representa uma pequena parcela dos casos clínicos encontrados na clínica de terapia ocupacional, pois mais de 90% dos casos de paralisia cerebral estão relacionados a déficits cognitivos, o que seria um fator de dificuldade para a criança acompanhar a escola regular.
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