A história de sucesso das nações hoje desenvolvidas
possui um traço comum e inequívoco: a ascensão política e
econômica da classe média. Essa evolução foi primeiro
observada na Europa, onde sociedades estratificadas e sem
mobilidade deram lugar a países dinâmicos após a irrupção do
capitalismo. Esse fenômeno chegou tardiamente ao Brasil e
nunca fincou raízes sólidas e duradouras. Houve fases de
rápido crescimento, como na industrialização do início do século
passado ou no milagre econômico dos anos 70. Mais
recentemente, o país chegou a vislumbrar um salto rumo ao
desenvolvimento com o Plano Cruzado. Mas, em todos esses
casos, o aumento no padrão de vida dos mais pobres foi
transitório e abortado pouco depois por crises econômicas.
Agora, com a retomada do crescimento econômico, o país volta
a se ver diante da oportunidade de romper de maneira definitiva
com o subdesenvolvimento. Nos dois últimos anos, mais de 20
milhões de brasileiros saíram das camadas sociais mais baixas – as chamadas classes D e E − e alcançaram a classe C, porta
de entrada para a sociedade de consumo.
A história de sucesso das nações hoje desenvolvidas
possui um traço comum e inequívoco: a ascensão política e
econômica da classe média. Essa evolução foi primeiro
observada na Europa, onde sociedades estratificadas e sem
mobilidade deram lugar a países dinâmicos após a irrupção do
capitalismo. Esse fenômeno chegou tardiamente ao Brasil e
nunca fincou raízes sólidas e duradouras. Houve fases de
rápido crescimento, como na industrialização do início do século
passado ou no milagre econômico dos anos 70. Mais
recentemente, o país chegou a vislumbrar um salto rumo ao
desenvolvimento com o Plano Cruzado. Mas, em todos esses
casos, o aumento no padrão de vida dos mais pobres foi
transitório e abortado pouco depois por crises econômicas.
Agora, com a retomada do crescimento econômico, o país volta
a se ver diante da oportunidade de romper de maneira definitiva
com o subdesenvolvimento. Nos dois últimos anos, mais de 20
milhões de brasileiros saíram das camadas sociais mais baixas – as chamadas classes D e E − e alcançaram a classe C, porta
de entrada para a sociedade de consumo.
A história de sucesso das nações hoje desenvolvidas
possui um traço comum e inequívoco: a ascensão política e
econômica da classe média. Essa evolução foi primeiro
observada na Europa, onde sociedades estratificadas e sem
mobilidade deram lugar a países dinâmicos após a irrupção do
capitalismo. Esse fenômeno chegou tardiamente ao Brasil e
nunca fincou raízes sólidas e duradouras. Houve fases de
rápido crescimento, como na industrialização do início do século
passado ou no milagre econômico dos anos 70. Mais
recentemente, o país chegou a vislumbrar um salto rumo ao
desenvolvimento com o Plano Cruzado. Mas, em todos esses
casos, o aumento no padrão de vida dos mais pobres foi
transitório e abortado pouco depois por crises econômicas.
Agora, com a retomada do crescimento econômico, o país volta
a se ver diante da oportunidade de romper de maneira definitiva
com o subdesenvolvimento. Nos dois últimos anos, mais de 20
milhões de brasileiros saíram das camadas sociais mais baixas – as chamadas classes D e E − e alcançaram a classe C, porta
de entrada para a sociedade de consumo.
(Adaptado de Julia Duailibi e Cíntia Borsato. Veja, 2 de abril
de 2008, p. 84-86)
... já haviam detectado esse avanço, que nada mais é senão a recompensa ao ciclo de reformas e ajustes econômicos feitos pelo país desde o Plano Real ... (2º parágrafo)
O sentido correto do segmento grifado está transposto em:
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