A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda,
imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável,
com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é
causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois
ciclos de transmissão (urbano e silvestre). No ciclo urbano, a
transmissão ocorre a partir de vetores urbanos infectados. No
ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos
predominantemente silvestres.
No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são
considerados os principais hospedeiros, amplificadores do
vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que,
nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja,
todo evento suspeito (tanto morte de primatas não-humanos,
quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve
ser prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após
a suspeita inicial, às autoridades locais competentes pela via
mais rápida (telefone, email etc.). Às autoridades estaduais de
saúde cabe notificar os eventos de febre amarela suspeitos ao
Ministério da Saúde. Importante: No Brasil o ciclo da doença atualmente é silvestre.
Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no
Brasil em 1942 e todos os casos confirmados desde então
decorrem do ciclo silvestre de transmissão.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febreamarela. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre os ciclos urbano e silvestre de transmissão da febre
amarela, há que se considerar que se diferem porque o ciclo
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